Postagens populares

domingo, 1 de julho de 2012

5 dicas preciosas para entender o metrô de NY.

Apesar do metrô nova-iorquino ser a melhor opção para conhecer a cidade, apanhamos um pouquinho para entendê-lo. Talvez porque, como paulistana, não estou acostumada com um metrô que vai prá todos os lugares, rs. Resolvi, então, escrever essas 5 dicas que me ajudaram bastante! São elas:

1 - Entender o que significa Uptown e Downtown é muito importante. Quando eles dizem Downtown literalmente significa a cidade abaixo e Uptown cidade acima. Só prá dar uma ideia geral: o que vai sentido Central Park é Uptown e sentido Estátua da Liberdade é Downtown. 

2 - As saídas do metrô serão, a maioria das vezes, com os nomes das esquinas das ruas (que muitas vezes são números). Por exemplo: 16th St x 8th St. 

3 - Lembre-se que as ruas terão, muitas vezes, o mesmo número e nome, só serão diferenciadas pelas direções Norte (North), Sul (South), Leste (East) e Oeste (West). Então, por exemplo, o endereço 100 W 16th St seria do lado oposto do 100 E 16th St. Uma boa dica é lembrar que o rio Hudson fica a Oeste e o rio East fica a Leste, obviamente :)

4 - As paradas das linhas terão, algumas vezes, o mesmo nomes mas não necessariamente são interligadas, ou seja, não dá prá fazer baldiação. Por exemplo, a parada 23 St tem em várias linhas (azul, verde, amarela e vermelha) mas nenhuma interliga com a outra. Repare na legenda do seu mapa do metrô, na maioria dos mapas as ligações estão em preto.

A saída da parada Times Square 
(as letras e número são as linhas que passam por aqui!)

5 - Outro detalhe importante é notar se o trem que você está entrando vai via local ou express. Via local significa que para em todas as estações da linha e via expressa significa que para em somente algumas estações. Como não sabíamos exatamente quais linhas o expresso parava, peguei a local todas as vezes. 

 Detalhe em uma das estações

Essas dicas te ajudarão muito a entender um pouco o metrô de NY, mas mesmo assim você provavelmente terá uma histórinha engraçada para contar no final da viagem ;)

E você, tem mais alguma dica?

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O Querido Metropolitan!

Carinhosamente conhecido como Met, o Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque é um museu para se encantar e carregar prá sempre no coração.

Um dos maiores museus de arte do mundo possui o acervo com mais de 2 milhões de obras (!), tornando-o praticamente impossível de conhecer a fundo em um único dia. As obras são separadas por estilos em salas enormes onde o visitante se encantará com as obras.

A ideia do museu tem origem em 1866 em Paris com a intenção de criar uma instituição nacional e uma galeria de arte para trazer arte aos americanos. E em 13 de Abril de 1870 foi aberto ao público no número 681 da Quinta Avenida.

O museu se divide em galerias: Arte Americana; Ancient Near Eastern Art; Armas e Armaduras; Artes da Africa, Oceania e Americas; Arte asiática; O jardim; Figurinos (fechada até Setembro 2012); Pinturas e Desenhos; Arte Egípcia; Arte Européia; Esculturas e Arte Decorativa Européia; Arte Grega e Romana; Arte Islâmica; A coleção de Robert Lehman; Arte Medieval; Arte Moderna e Contemporânea; Instrumentos Musicais e Fotografias. Além das áreas destinadas à exposições temporárias! No meu caso, visitei sobre a Arte Bizantina. Linda!


 Templo egípcio doado ao museu

Templo Indiano dentro do museu!
Outro ponto interessante são as salas maiores que as normais decoradas por um sub tema ou com outras ainda maiores que as expostas. Difícil de explicar, mas para dar uma ideia na área do Egito existe um templo inteiro que foi doado ao museu em agradecimento pela ajuda americana, ainda no governo Kennedy, à uma inundação que aconteceu no Egito. Essas salas são incríveis e, no final da visita, como percebemos que não conseguiriamos ver tudo no museu, decidimos ir atrás dessas salas. Valeu a pena, uma mais encantadora que a outra. 
A grande sala da Ásia :)












A mesma sala na perspectiva da panorâmica

Arte Islâmica
Perseu e Medusa

Arte da Ilha de Madagascar
Van Gogh

Armas e Armaduras.
Uma das grandes salas na ala americana.

Dica: De uma paradinha para comer na cafeteria localizada na Asa Americana. Comida saborosa a preço acessíveis. Prove a tortinha de amêndoas e framboesa! Além disso, você apreciará  o Central Park ou essa foto aí em cima!

O material educativo do museu é exemplar, há materiais para crianças, adultos, estrangeiros e pessoas com características especiais em pontos de informações espalhados pelo museu. Um dos folders educativos é baseado em um livro do Percy Jackson para crianças descobrirem a área do Egito de uma forma mais bacana. Todo material é instigante, fazendo com o que o vistiante interaga com a as exposições.

Jizu, considerado pelos japoneses, o Deus dos viajantes :)
Para aprimorar nossas decisões o museu sugere itinerários. Veja aqui.

Horários: Terça–Quinta: 9:30 a.m.–5:30 p.m. Sexta e Sábado: 9:30 a.m.–9:00 p.m. Domingo: 9:30 a.m.–5:30 p.m. Fechado às Segundas (Com exceção das segundas de feriado), Dia de Ação de Graças, 25 de Dezembro, e 1 de Janeiro. $25 (adultos), $17 (idosos), $12 (estudantes) e gratuitos para crianças abaixo de 12 anos, acompanhadas de um adulto. Visite o site para maiores informações.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Minha experiência utilizando o Airbnb em Nova York :)

O Airbnb é uma ideia muito diferente e interessante para hospedagem! Nesse site pessoas comuns podem alugar seus apartamentos inteiros ou um quarto nele para qualquer pessoa que está procurando um lugar para ficar. Vi essa indicação no blog Rapha no Mundo e na minha viagem a Nova York aproveitei para utilizar. 

Quando pensei em alugar o apartmento a primeira pergunta que me veio a mente foi se seria seguro ir em algum lugar que você nem conhece. Pois a minha experiência foi ótima! 

O primeiro passo é entrar no site e  buscar o seu destino. Lá você encontrará muita informação como localização, preço, o nome do proprietário, comentário, se é um quarto no apartamento ou o apartamento inteiro, se dividirá com outro hóspede ou com o anfitrião, descrição detalhada da hospedagem, a regra é fuçar bastante!

As minhas dicas seriam: olhe no mapa para entender a localização; leia todas as informações do anfitrião bem como os comentários; veja as regras de cancelamento e olhe as fotos. Preste atenção se é um quarto dentro de um apartamento ou o apartamento inteiro, isso te livra de frustações do tipo: você imaginando que terá a casa toda prá você e de repente tem alguém no banheiro! Durante a busca você pode mandar e-mails para o anfitrião e tirar todas as suas dúvidas. Não hesite em perguntar antes de finalizar a reserva. 

Depois do local escolhido, você mandará um pedido de aceitação para o anfitrião, para isso você precisará criar um perfil no site também, contando um pouco sobre você, aonde vive e é interessante colocar foto, pois é baseado nessas informações que o anfitrião aceita o seu pedido ou não. Ele terá 24 horas para responder se você foi aceito ou não. Nessa hora o valor será debitado do cartão. À partir daí você pode trocar e-mails ou mensagens com o anfitrião e os telefones de vocês estarão visíveis, mas só prá vocês. 

O site te mandará e-mails relembrando sobre a reserva e tudo estará registrado na sua conta. É legal confirmar o telefone com o anfitrião, seja ligando ou enviando uma mensagem.

O meu anfitrião foi o Chris e ele foi super atencioso, facilitou muito a nossa chegada e saída do apê e sempre respondeu rápido às minhas mensagens. Quando voltei fiz um comentário sobre a minha hospedagem: 

Chris nos ajudou muito desde o começo da nossa reserva. Ele prontamente respondeu todas as nossas perguntas e fez nos sentirmos em casa. O apartamento é simples mas tem tudo o que você deseja: chuveiro quente, cozinha e uma cama confortável. A localização é incrivelmente boa, tem uma estação de metrô na esquina da rua! O bairro é seguro, tem bons restaurantes e um pequeno supermercado bem perto, o que ajuda muito. Toda noite nós chegávamos depois das 10 pm e era seguro andar por lá. Eu recomendo muito a hospedagem com o Chris, sua ajuda e a localização do apartamento fez nossa viagem a NY muito mais fácil! (tradução livre)

É super importante deixar seu comentário. Isso ajudará outras pessoas como nós a escolher ou não o local. O Chris também fez um comentário sobre mim e isso fica registrado no meu perfil, o que me ajudará no futuro quando um anfitrião ficar na dúvida se aceita a minha proposta ou não. Veja o comentário do Chris:

Bruna e seu marido foram visitantes fantásticos! Eles deixaram o apartamento mais limpo do que quando chegaram e foram bem respeitosos, quietos e amigos. Eles são ótimos exploradores da cidade e boas pessoas - Eu recomendo eles para todo mundo! (tradução livre).

Eu recomendo muito ficar hospedado com o airbnb. No meu caso dividimos apartamento com um casal que também repeitaram bem o espaço o nosso espaço. Para quem gosta de conhecer gente nova, não tem problemas em dividir o local e bate perna o dia todo quase nem ficando no local, eu recomendo mais ainda. Na minha opinião, ficar em uma casa acaba com a frieza do hotel e é bem mais aconchegante!

 A vista do nosso apê! Bem típico de NY!

PS: Não colocarei mais fotos em respeito ao nosso anfitrião mas indico a hospedagem em seu apartamento, procure por Chris Sullivan em Nova York no bairro Chelsea.




segunda-feira, 7 de maio de 2012

TLAQUEPAQUE, O que?

Em Sedona, no Arizona, visitamos o complexo de arte Tlaquepaque. Essa área é dedicada a homenagear uma vila mexicana próxima a Guadalajara chamada Tlaquepaque, que significa "o melhor de tudo". O local foi criado para ser uma comunidade artística e hoje abriga restaurantes, lojas e muito charme. O lugar me lembrou muito Embú das Artes em São Paulo. Mas vou parar de falar e deixar as imagens falarem por mim. Aproveitem!












Tlaquepaque Arts &Crafts Village. 336 State Route 179. Sedona, AZ. Aberto diariamente das 10am-5pm. Restaurantes com horários variados. Fechado no dia de Natal e Dia de Ação de Graças.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Em Arizona visite o castelo de Montezzuma. Como assim?

Estávamos em Sedona, no Arizona, quando um rapaz de uma agência de viagens nos dá um mapa sem escalas e nos indica visitar o castelo de Montezzuma no nosso caminho para Phoenix. Como ainda tinhamos um tempinho de sobra, resolvemos parar e conhecer o local. E valeu a pena!

No caminho para o local, não avistávamos nada. E nos perguntávamos como seria esse castelo. Já no estacionamento para entrarmos no local, ouvimos um senhor dizer que o castelo não era tudo isso :(. E me surpreendi, o castelo não se parece nada com um castelo como imaginamos normalmente, mas possui sua história e me intrigou muito.

Primeiro, o castelo é localizado em uma rocha. Segundo, está aproximadamente a  100 metros de altura do chão e dentro desse castelo há andares. E terceiro e mais incrível, foi construído em 1100 DC. O nome Montezzuma foi dado pelas primeiras pessoas a encontrarem o local pensando se tratar de um castelo azteca, mais tarde essa teoria seria desmistificada com a informação que rei de Montezzuma numa subiu tão ao norte da sua cidade no México.


Castelo de Montezzuma.
Maquete de como seria dentro do castelo.

Na realidade, uma comunidade de cerca de 200 pessoas viviam nessa região e eram conhecidos como Sinaguas (o nome seria uma variação de sin água em espanhol, o que significa sem água). No castelo viviam cerca de 35 pessoas. Bem próximo ao castelo, há outro castelo, já bem deteriorada por um incêndio. Esse castelo abrigaria 45 quartos.  Ainda se nota partes das entradas e/ou janelas.

Castelo A.

Ilustração para tentar entender o castelo A.

Sugere-se que eles teriam saído de Flagstaff (aproximadamente 80 km ao Norte do local) e fundado sua comunidade no local pela proximidade da água tão rara no clima árido além da proteção do vento. Nesta área, localiza-se o rio Verde e em frente ao castelo o pequeno lago Beaver ajudaria na subsistência da comunidade. Atualmente o castelo é fechado para visitação interna.

Para construir o castelo, eles utilizaram escadas.
Os sinaguas viveram na região por 300 anos aproximadamente. Até hoje não se sabe exatamente para onde os partiram e nem o motivo. Supõe-se que eles tenham se separado e uniram-se com outras comunidades indígenas.



Castelo de Montezzuma. Saída 289 da I-17 (90 minutos de Phoenix e 45 de Flagstaff, AZ).Aberto diariamente das 8am-5pm. Preço: 5USD para adultos (válido por sete dias) e gratuito para crianças abaixo de 16 anos.