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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Comprando uma trilha em site de compra coletiva.

Quando recebi o e-mail de um site de compra coletiva com a oferta de trilha na serra do mar em São Paulo, não hesitei em comprar. Para quem adora trilhas e descontos era o par perfeito!

As informações não eram claras. O voucher dizia Trilha pela Serra do Mar para 2, que depois descobri ser no Parque Ecológico do Perequê em Cubatão-SP. As únicas informações claras eram a data do vencimento e a forma de agendar o meu melhor dia. Na primeira semana de Janeiro, tentei contato por telefone, e-mail e reclamação no site onde fiz a compra. Não recebi resposta em nenhum meio. Apenas 2 semanas depois consigo contato com a empresa. Tento marcar dia 17/02, mas só me confirmam na quinta-feira 14/02 que meu dia havia sido aceito.

Os detalhes sobre tempo de trilha, dificuldade, nome da trilha, quilometragem era inexiste. Resolvemos tentar. Chegando no horário marcado, o guia quebrou uma regra que ele mesmo havia passado: a trilha só poderia ser feita de calça. Ele vestia bermuda. Jeans. O pedido de levar 2 litros de água por participantes, também foi quebrado. O guia não levara nada. Nem água, nem comida. Ao estacionar o carro, o guarda nos informa para mudarmos de lugar. Ali ficaria longe para ele observar. Aparentemente, onde estacionamos (estacionamento) não é seguro, mas se deixássemos uma “caixinha” para o guarda, seria melhor. Quando mudo o carro de lugar, cacos de vidro confirmam a teoria da falta de segurança. O descaso do parque era nítido. Crianças, de no máximo 17 anos, bebiam álcool tranquilamente em uma cachoeira e depois pulavam de uma altura considerável no lago abaixo.

Agora falemos da trilha, já em seu início sentimos a dificuldade. Atravessamos rio, escalamos pedras, conhecemos estranhos loucos como nós. Foi um dia divertido e no final, como sempre, tivemos a bela recompensa.  Apesar do tempo cinza, a cachoeira mostrava sua imponência. Não esqueci das falhas de organização, mas confesso que a natureza quase conseguiu apagar. Foram 3km em 3hrs de muitas aventuras e tombos. A certeza de dever cumprido. Era isso que buscávamos.

Cachoeira Três Marias.

Dica: Considero a trilha com nível de dificuldade médio para alto, o terreno é irregular e muitas pedras se encontram no caminho. Teoricamente, as trilhas precisam ser feitas com guia, mas pessoas caminham até a primeira parada (de banho) sozinhos. Não há taxa de entrada, mas não deixe de pagar a caixinha.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

E se fosse verdade? – Estrelando Stars Hollow.

Um dos acontecimentos mais marcantes na minha vida adolescente, da garota que passava as férias na casa da vó com a prima-amiga-irmã, era assistir o seriado Gilmore Girls. Lembro de passar horas vivendo naquele mundo de Lorelai e Rory Gilmore. Não sabíamos muito o inglês, mas aprendemos a cantar a musiquinha de abertura: “When you leave, I´ll follow you, anywhere...”. Foi ali meu primeiro grande contato com a língua que dominara o mundo. Além de encantadas com as personagens, nos apaixonamos por Stars Hollow, a cidade onde se passa a trama.
 
Em 2010, por uma oportunidade do destino, fui morar nos EUA. Era essa a deixa para visitarmos o antiquário da Kim, ficarmos hospedadas na Dragonfly Inn e tomarmos café no Luke. Mas para nossa decepção (ou não!) a cidade não existe!

Abertura do seriado mostra uma parte da cidade.
 
Nossa Stars Hollow é pura inspiração em Washington Depot, CT. Foi ali onde o marido da criadora da série entrou em uma cafeteria e ouviu as pessoas falarem sobre suas vidas. Todos se conheciam. E assim estava criada a cafeteria do Luke (Luke´s), um dos pontos principais do show. No seriado, a cidade imaginária fica em Connecticut, supostamente a 30 minutos de Hartford.
A única vez que a cidade ganha vida é no primeiro episódio da temporada inicial. O piloto do programa foi filmado em Unionville, nos arredores de Toronto, Canadá. Após isso, Stars Hollow era de mentirinha.

Mas a imaginação não é só nossa. Grande parte do cenário existe, mas em outro plano. Quando Rory e Lorelai visitam Harvard, ainda na segunda temporada, na verdade estão andando pela universidade UCLA (West Los Angeles, Los Angeles).  Já Yale, onde decide estudar, é a USC (3501 Trousdale Parkway, LA) e a república onde Rory mora seria a Brandford College, no seriado a mesma do avô. E o balde de água fria vem quando descubro que o quarto que Rory e Paris dividem é muito maior de um real quarto de universidade.

Uma cena típica: filmes as sextas-feiras.

O seriado gosta de brincar conosco. É ali que os lugares ganham novas feições, estilos e nomes. Martha´s Vineyard virou Malibu. Todos os parques são um só – o Greystone Park (905 Loma Vista Drive – Beverly Hills). E os nossos pontos favoritos como a praça, o coreto, o mercado possuem o endereço Warner Bros (3400 W. Riverside Dr, Burbank) , enquanto suas fachadas são canadenses. Nem percebemos que viajamos ali. Dois países no mesmo episódio, em uma mudança de cena.
O clássico “copinho” de café americano é figura carimbada no seriado. Lorelai não consegue viver sem café. Em seu desespero, pede "café, café, café" e recebe três xícaras de uma vez só. Segurar um copão se tornou uma atração americana. Vejo hoje que não por acaso tenho um carinho especial pela Starbucks. Mas foi nos EUA onde descubro que não adoro somente a marca, mas sim um bom white chocolate mocha
 
Parte do cenário da cidade fictícia.
Apesar da fantasia, na trama, Stars Hollow ganhou vida. Foi fundada em 1779 e significa que as estrelas guiaram amantes supostamente destinados a viver separados. A cidade possuía ainda um festival anual para essa celebração, o Firelight Festival.  A casa das meninas Gilmore é localizada na 37 Maple St e Dragonfly Inn na 3rd St. Mas a nossa cidade sempre será um lugar com a pitada dos criadores, as características de Los Angeles, Unionville e Burbank, e o nosso olhar carinhoso. 

Fotos: Google.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A nossa NOLA :)

Quando os franceses fundaram New Orleans não imaginariam que a cidade se tornaria um dos lugares mais multiculturalistas dos Estados Unidos. E deveriam se arrepender de vender a área por uma bagatela de 15 milhões de dólares. New Orleans entrou no pacote da famosa compra de Louisiana, na época com extensão até Rocky Mountain.

Mas não foi só ali que NOLA – a forma carinhosa de chamar New Orleans – começou sua história e suas misturas. Além da fundação francesa, por quarenta anos (1763-1803) a cidade passou por domínio espanhol. Já não bastasse a mistura francesa-espanhola-americana, NOLA está ainda em uma área com maior números de africanos nos EUA. Pronto, é dessa mistura que dá todo seu charme.

Arte por toda parte.
 
Em New Orleans, você pode passear pela arquitetura francesa e ainda comer algo meio africano meio espanhol. A comida creole e cajun são características da região. A mistura francesa e africana são caracterizadas por comidas apimentadas, ricas em especiarias, frutos do mar, feijão, arroz e carne de porco. Além disso, os sanduíches poboys são típicos. Testei o de jacaré – carne comum na região – mas senti gosto de frango. 
Para sentir um pouco de toda essa história em um país considerado novo, visite o French Market, o mercado público de NOLA. Apesar de ser diferente do que conhecemos por mercadão e mais parecido com uma feirinha, lá encontramos artesanatos e comidinhas frescas.

Cores fortes na comida típica cajun e creola
 
Para relembrar as raízes francesas, NOLA se envaidece de manter o Café du Monde desde 1862 e vender lá os famosos beignets (quase um tipo de bolinho de chuva). Esse é o carro chefe do café, fora isso há poucas opções.
Cafe du Monde <3
 
Uma das ruas mais famosas do mundo é a Bourbon Street, lá é onde o babado acontece, os bares ficam com as portas abertas e a música às alturas. Bom prá quem gosta de agito. Quem prefere tranquilidade, mas não abre mão de música de boa qualidade não sofrerá em NOLA. A cidade é cenário do jazz, estilo musical nascido ali mesmo no final do século XIX, e pode ser encontrado em qualquer lugar.
Música de rua..
 
A musicalidade está no meio da rua, literalmente. Fiquei quase uma hora escutando uma banda, comprei os 2 cd´s e quando resolvo sair e caminhar um pouco mais, encontro outra. Paro novamente, mas não me arrependo. Era música de qualidade mesmo. Só para situar, o famoso Louis Armstrong criou seu nome em NOLA.
 Jackson Square
 
Ali no centrinho, ou melhor no French Quarter, ficam também os prédios de arquitetura francesa. Reserve um tempo para uma voltinha pelo quarteirão. Lá há artes de todos os tipos que fazem bem aos olhos. A Jackson Square lembra que o catolicismo passou por ali. Mas, andando pelas ruas e passeando nas lojinhas percebe-se que os vodus (bonequinhos para perfurar o corpo) são a atração. Não é à toa. Legado deixado pelas tribos africanas, o vodu nada mais seria do que um tipo de devoção, comparável ao candomblé no Brasil.
Na cidade, há boatos sobre bruxaria e os cemitérios se tornam uma atração. O St Louis Cemetery possui três filiais, o número 1 (425 Basin St) é o mais famoso e mantém o túmulo de Marie Laveau, espécie de rainha de vodu na cidade. Há tours assustadores sobre o tema, tanto nos cemitérios como em prédios históricos.
Detalhes...
 
O cemitério fica no Garden District. Para chegar lá saindo do French Quarter pegue um dos bondinhos. Sim, aqueles clássicos encontrados em várias cidades. Não se engane só com o cemitério para visitar o bairro. Caminhando pelo distrito dos jardins são as casas que mostram outra NOLA. Ali, foi o luxo que predominou. A tranquilidade é grande e, de repente parece que somos transportados para uma cidade do interior.
No Garden District, olhe para baixo.
 
Foi em uma das casas que o filme “O Curioso Caso de Benjamin Button” foi filmado. É na mansão da rua Coliseum (2707 Coliseum St) que Benjamin cresce, ou melhor, decresce. Uma curiosidade antes das filmagens: diante da recusa da proprietária em locar a casa, Brad Pitt liga para a moradora e tenta convencê-la sobre a importância de filmar em New Orleans logo após o Katrina (furacão que devastou NOLA em Agosto de 2005) informa que essa visibilidade trará um novo ar para a cidade. A ligação deu certo e grande parte do filme se passa ali.

A casa onde foi filmado a vida de Benjamin Button
 
Aliás, curiosamente, New Orleans é um dos principais pólos cinematográficos dos EUA.  Por incrível que pareça está pertinho de Nova York e Los Angeles no ranking de locações de cinema. A lista de filmes que usaram NOLA como pano de fundo é incrivelmente grande. Veja aqui.

Há uma agência especializada somente nesse tipo de passeios. Infelizmente, descobri somente depois da minha visita na cidade (em Dezembro de 2010), mas isso virou mais uma oportunidade para voltar. A Nola Movies é a única que faz esse tipo de passeio, a empresa oferece tours para locações de diversos filmes e lembre-se que a lista é enorme. Chato não será, né?

Dica extra: New Orleans ainda abriga o Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial.



 Anotem na agenda! - Fevereiro é mês de futebol e carnaval

No dia 03 de fevereiro de 2013, New Orleans sediará a final da NFL. Essa é a décima vez que a cidade abriga o evento. Um dos pontos para a escolha da cidade é a alta temperatura comparada com o restante do país nessa época.

Em 12 de fevereiro também ocorre o tão famoso Mardi Gras, o carnaval de New Orleans.  Apesar dos desfiles acontecerem quase que diariamente desde Janeiro, é em Fevereiro que o bicho pega mesmo. Todo mundo vai para as ruas.  As cores verde, roxo e dourado são dominantes nessa época. Assim como no Brasil, colares, máscaras e perucas também são figurinhas carimbadas.





quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

10 lugares de graça (ou quase!) para aproveitar São Paulo.


O museu que nos mostra uma nova forma de pensar a nossa língua, tem entrada gratuita aos sábados. Todos os sábados, domingos e feriados há também duas visitas gratuitas – às 12h e 14h – ao prédio da Estação da Luz.
O museu receberá ainda este ano grandes exposições como Cazuza e Vinícius de Moraes, além de diversas outras no decorrer do ano. Fique de olho na programação!

De terça a domingo das 10h às 18h (bilheteria fecha às 17h). Na última terça-feira do mês, o museu ficar aberto até às 22h (bilheteria fecha às 22h). Não abre às segundas-feiras. Nos outros dias o ingresso é R$ 6,00 (R$ 3,00 meia entrada).
Praça da Luz s/n. Luz - São Paulo-SP. (11) 3326-0775. Estação Luz do metrô e da CPTM.


O MIS recebe em fevereiro a exposição do chinês polêmico Ai Weiwei. Essa será a primeira aprensentação do artista em toda América.
O museu possui entrada gratuita às terças-feiras. Horários de funcionamento geral: Terças a sextas, das 12h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h. Verifique o horário de cada galeria diretamente no site. Não abre às segundas-feiras. O valor do ingresso varia da área visitada, veja no site valores atualizados para cada exposição.
Avenida Euroupa, 158. Jardim Europa - São Paulo-SP. (11) 2117-4777. Verifique também no site as melhores linhas de ônibus para chegar ao local. 
 
A Sala São Paulo oferece concertos gratuitos aos domingos pela manhã. Basta ir até a bilheteria e retirar seu ingresso à partir da segunda-feira anterior à apresentação.
A programação já saiu no site e as apresentações começam em fevereiro.
Praça Júlio Prestes, 16 - São Paulo -SP.  (11) 3367-9500. Estação Luz do Metrô e  da CPTM.
O metrô de São Paulo oferece 5 roteiros na cidade por apenas um bilhete de metrô (R$3,00).
Os roteiros são na regiões da Avenida Paulista, República, Sé, Liberdade e Luz.
Basta chegar com 20 minutos de antecedência no balcão da Turismetrô na estação Sé do metrô.
Para informações de horários, visite o site.
Todas às quintas-feiras acontecem caminhadas temáticas pelo centro de São Paulo. O grupo se encontra em frente ao Teatro Municipal e saem às 20h para o passeio. E o melhor, é gratuito.
A idealização é do restaurante vegetariano Apfel, ali no centro mesmo e com filial agora no Jardins.
Veja o site para saber qual será o tema da noite. Em Janeiro, tem o especial aniversário de São Paulo com saída na sexta-feira à meia-noite.
Ótima iniciativa para conhecer o centro e suas histórias!
Lembre-se o Teatro Municipal fica entre as estações Anhangabaú (linha vermelha do metrô) e República (linha vermelha e amarela do metrô). 
Quando visitei ainda em 2008 a cripta da Sé, me surpreendi, não sabia como tamanha beleza poderia estar tão escondida. Também pudera, a cripta precisou ser fechada pois o vandalismo prejudicou muito de suas paredes e esculturas.
Poucos sabem, mas ainda é possível visitar a cripta. Quando entrar na catedral, linda e imponente, se dirija ao lado do altar e peça para visitar a cripta. O ingresso simbólico de R$ 5,00 vale para descobrir uma pérola paulista. Só é necessário agendamente para quem estiver em grupos.
As visitas podem acontecer em qualquer horário dentro do horários de funcionamento da cripta
O horário de funcionamento é de terça à sexta-feira das 10h às 11h30 e das 13h às 17h30; aos sábados das 10h às 11h30 e das 13h às 16h30, e aos domingos das 10h às 12h30 e das 14h às 16h30.
Não há visitas nas segundas-feiras e no último domingo de cada mês.
Não há limite mínimo de pessoas para fazer a visita.
Ingresso: R$ 5,00 (por pessoa), menores de 7 anos não pagam.
A Catedral fica na estação Sé (linha azul e vermelha do metrô).
Só para dar um gostinho! -
 Cripta da Catedral da Sé.

7. Museu do Futebol.
Até quem não gosta de futebol irá gostar desse museu. Os mesmos idealizadores do Museu da Língua Portuguesa, trouxeram uma forma dinâmica ao esporte.
Só para se ter uma ideia, durante um andar e outro, você se sentirá dentro de uma torcida. Não tem como não se arrepiar. As curiosidades e as imagens das copas do mundo são interessantíssimas. E tem mais, o museu é para qualquer idade!
Dica: Até 07 de Abril, está em cartaz a exposição sobre juízes. Muito interessante. Corre lá prá ver :)
Às quintas-feiras o museu é gratuito! No restante dos dias o ingresso custa R$ 6,00 (R$ 3,00 a meia entrada). O museu funciona de terça a domingo das 9h às 18h (a bilheteria fecha às 17h). Só observe no site as datas de jogos no Pacaembú, dias que o museu não funciona.
Praça Charles Miller s/n - Estádio do Pacaembú. (11) 3664-3848. As estações de metrô mais próximas do museu são Clínicas (linha verde do metrô) e Barra Funda (linha vermelha do metrô). De qualquer uma das estações, é necessário pegar um ônibus ou táxi. Há estacionamento zona azul na frente na própria praça.
Relaxe uma tarde em plena São Paulo em meio a plantas, mata, estufas, macacos e lagos.
Funcionamento: De terça a domingo e feriados das 9h às 17h. Fechado às segundas-feiras, sexta feira santa, 25 de Dezembro e 01 de Janeiro.
Entrada é R$ 5,00.
Avenida Miguel Stéfano, 3031 - Água Funda - São Paulo -SP. (11) 5073-3678.
O Museu da Independência possui jardins incríveis e uma arquitetura belíssima. O jardim por si só já é uma atração e ponto de muitos fotográfos da cidade, quiçá do Brasil. 
Mas não fique somente no jardim, visite o museu também! Você não se arrependerá. Os quadros e mobília resgatam a história do Brasil, algo com pouca memória nos dias atuais. Em 2013, está programada a exposição sobre o morar paulistano.
Dica: Há boatos que o museu fechará para reforma ainda em 2013. Então aproveite o quanto antes para visitá-lo.
O museu é gratuito no primeiro domingo de cada mês, dias 25 de Janeiro e 07de Setembro. Nos outros dias o ingresso custa R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 para estudante.
Aberto de terça a domingo das 9h às 17h.
Parque da Independência s/n. - Ipiranga - São Paulo-SP. (11) 2065-8000.
Aos sábados acontece em Pinheiros uma das feiras mais tradicionais de São Paulo. Cheia de antiguidades e agora, com espaço para artesãos mais modernos, a Praça Bendito Calixto conquista os paulistanos.
A feira tem música ao vivo e um acarajé de dar água na boca. Se não gostar de comida baiana, uma barraquinha de comida portuguesa não deixa nada a desejar, pelo contrário, surpreende qualquer um.
Grátis. Acontece aos sábados durante o dia na Praça Benedito Calixto - Pinheiros - São Paulo-SP (entre as ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde).
Vamos aumentar essa lista? E vc, tem alguma dica? Deixe nos comentários para viajantes como nós ou mesmo paulistanos interessados em conhecer melhor a nossa cidade :)
 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Em Aparecida - SP visite a Basílica de Nossa Senhora!

Após algumas tentativas frustadas na pescaria, três pescadores resolveram rezar para Virgem Maria. A reza não trouxe peixe de primeira, mas sim uma imagem. Isso aconteceu em 1717. E essa nem branca, nem preta, seria Nossa Senhora Aparecida, mais tarde a padroeira do Brasil.


 A Basílica

A Basílica de Nossa Senhora Aparecida foi erguida próximo ao ponto onde supostamente foi encontrada a imagem no Rio Paraibuna, em Aparecida, cidade a 180 quilômetros da capital paulista. A igreja foi inaugurada em Julho de 1980, com a vinda do papa João Paulo II. Porém, antes disso, muitas pessoas já visitavam a imagem a pedido de milagres ou com o objetivo de pagar promessas. 

 Jogo de luzes dentro da basílica!

Hoje em dia, a basílica (que já passou por diversas reformas) possui estrutura para turismo com estacionamento, lanchonetes (inclusive Mc Donald's), lojas e sinalização em português e inglês por toda a basílica.

Curiosidade: Foi em 1888, com a visita de princesa Isabel que pagando promessa ofereceu à santa o manto azul e a coroa de ouro. A Santa só seria coroada com o presente em 1904

 Detalhes do teto.
Para ver a imagem original, basta passar por uma fila, e poderia acrescentar que bem organizada, para conseguir avistá-la. É linda! Repare também nas imagens em azulejos aos lado e em toda a basílica. Gigantesca, por sinal. 

A divisão da basílica em cruz facilita acompanhar a missa. Ainda bem tradicionais, espere por uma missa mais parada e com cantigos mais clássicos. A acústica da igreja não é das melhores, mas em compensação os vitrais são espetaculares. É bonito ver a luz da manhã adentrar os vitrais coloridos.
 Os vitrais coloridos.

Abaixo da própria basílica, há a sala dos milagres, livraria, loja (mais cara do que o camelô em frente), sala dos romeiros e casa do pão. Estrutura não falta. Também só em 2012 foram mais de 11 milhões de visitantes! Para evitar lotação, evite o mês de Outubro, especialmente o feriado do dia 12, quando comemora-se o dia de Nossa Senhora.

 A sala dos milagres
O tamanho da basílica encanta, a beleza é incrível e a fé comovente. Para os seguidores de outra religião, visitar a basília é uma experiência única. Mesmo sem intenção, prepare-se para sair de lá com uma santinha, seja ela de imã, de madeira, plástico e de qualquer cor. Nesse quesito, o importante é saber que ela foi abençoada e, com certeza, foi.

Dica 1: Atrás da basílica fica a passarela dos fiéis. Ótimo ponto para tirar fotos, mas esteja preparado para a quantidade de turistas.

Basílica Nossa Senhora Aparecida. Grátis. Estacionamento pago. 180 km de São Paulo. Possui pedágio no trajeto.
Avenida Dr. Júlio Prestes, s/n. Bairro Ponte Alta. Aparecida - SP. 
Tel: (12)3104 1000 
Para horário de missas e eventos, visite o site.